domingo, 14 de setembro de 2014

Madame Satã. Hybris (III). Karim Ainöuz (III). Cultura Gay (N). Cine. Brasil



"Eles (los personajes) subvertem estereótipos e adotam uma estratégia de sobrevivência, não são maniqueistas ou unidimensionais, e sim dinâmicos e contraditórios" Karim Ainöuz en el DVD de la peli.

Madame Satã
de Karim Ainöuz. Francia, Brasil, 2002




"No inicio dos anos 90, li uma pequena biografia sobre o Madame Satã da coleção Encanto Radical, escrito pelo Rogerio Durst. Achei fascinante e me deu vontade de saber mais" Karim Ainöuz
http://www.leonardodavinci.com.br/livros/DU1547/9788511030686/madame-sata-com-o-diabo-no-corpocol-encanto-radical.html


Nossa Divina Laurita


Ballet Mecanique
Madame Satan
de Cecil B. De Mille. USA, 1930

"Eu sou filho de Exu e de Ogum e devoto de Josephine Baker" Lazaro Ramos en Madame Satã



Ao Romper da Aurora


"Que uma mulata sapateie em meu caixão"


Hybris en Vagabundo:

http://lacomunidad.elpais.com/vagabundo/2010/6/29/hybris

http://lacomunidad.elpais.com/vagabundo/2012/8/21/splendid-plata-quemada-jean-genet-ricardo-pligia-teatro-cine

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